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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Sui generis

Conheço 3 pessoas que vão se casar nos próximos meses: a Thata (dona do blog – 23/07/10), minha prima Viviane (10/07/10) e minha prima Renata (07/08/10). Além disso, tenho algumas amigas que estão sonhando com o tão esperado momento. E tem vocês, leitoras desde blog, que procuram informações, dicas e porque não um cantinho onde você sabe que você é especial se sempre bem vinda. Pra todas vocês dedico os devaneios de hoje.

Lá vem a noiva, toda de branco...
Todo mundo espera esse momento: a noiva. Todos esticam a cabeça querendo ver cada detalhe; homens, mulheres, crianças e claro, o noivo.
O vestido de noiva é mágico, transforma qualquer menina em mulher, transmite sonhos, beleza, encanto, doçura. De sexys sereias a verdadeiras princesas medievais, o vestido de noiva imprime para todos ali a felicidade, a delicadeza e personalidade.
Eu fico pensando em como que uma roupa pode transformar tanto? Afinal aquilo tudo é tafetá, filó, renda, brilhos, seda... e só de falar eu me lembro do meu vestido. Travamos uma relação de amor e ódio do inicio ao fim. Quando o experimentei eu não quis vestir mais nenhum outro. Tinha certeza que era aquele, que ele tinha sido feito pra mim e estava me aguardando na loja. 10 minutos depois de sair da loja vieram as dúvidas: - Seria um vestido muito cintilante? Muito justo? Muito rodado?
O que eu não sabia era que aquele vestido era muito “eu”. Essas dúvidas me acompanharam até o dia do casamento e ficavam bem fortes cada vez que eu folheava uma revista. Nos últimos meses eu me proibi de ver qualquer tipo de revista que tivesse um vestidinho branco.
Meu casamento foi às 21h então fui uma das últimas a sair do dia da noiva, vi pronta as que se noivas da tarde, no inicio da noite, vi vestidos pendurados em cabides e nos corpos trêmulos de emoção... Fiquei impressionada com cada uma das meninas que saiu prontinha pra igreja. Todas eram lindas! Eu pensava em como a maquiadora tinha transformado cada uma, rs... alguns milagres aconteceram??? Não, não era isso! Enquanto me “divertia com meus pensamentos” tentava me acalmar... Porque todas estavam saindo realmente lindas, como as princesas dos desenhos; umas com rendas, outras com fendas... Mas e eu? Será que meu vestido iria agradar, será ficaria bonita, será que meu lindo ira gostar?
Foi quando eu vesti o meu vestido, calcei o meu sapatinho e coloquei o meu véu e me olhei no espelho. Não era prova, era real, era eu pronta para o momento que tanto sonhei! E o vestido ficou perfeito! Mas não era só isso. Foi aí que eu entendi que a matemática da beleza da noiva é a mesma matemática da vida. Roupas, sapatos, jóias adornam sim e fazem diferença. Mas o que conta mesmo é você, sua energia, alegria, sorriso. Aquele dia eu me senti a mulher mais linda do mundo. É que não havia sorriso mais bonito, olhos mais brilhantes, lagrimas mais lindas. Talvez nem todos se lembrem do meu vestido, mas vão se lembrar do quanto estávamos felizes aquele dia.
O que meu noivo me disse quando me buscou no corredor? Isso é um segredinho, mas quem sabe um dia eu conto em outro post?

Desejo a vocês noiva que se sinta única e especial. Curta cada segundo de preparação, cada dia da contagem regressiva, cada alegria e porque não o stress?

Um comentário:

  1. Julis escreve bem de mais né????? Eita, adorei.... Aliás, amei!!!!

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